- about blogs by Márcia Tiburi from her blog
“Nada melhor do que um blog para uma “autocrítica” do blog.
Confesso que não entendi bem a Júnia, mas entendi algo que está a ocorrer no blog: devido ao meu modo de “colocar meus textos” (já que eu aciono o botão do dispositivo blog – e bem sei que pode ser uma bomba em todos os sentidos…), algumas pessoas acabaram por levantar – por oportuna conta própria – o próprio blog enquanto tal como uma questão. Estamos no início de uma reflexão proto-literária que pode nos levar ao significado do blog como uma forma de escrita que se partilha e, como tal, é a própria forma literária da democracia. Mas eu vou mais uma vez encurtar a conversa para me justificar. Sim, justificar.
Em primeiro lugar eu sempre encurto a conversa porque eu mesma não gosto de texto longo em blog. Nunca consigo ler. Tenho a impressão de que um texto curto será menos bobo, mais proveitoso, menos pretensioso. Os temas que eu elejo também seguem o mesmo princípio. Eu converso sobre isso com meus amigos em casa ou ao telefone. São assuntos, notícias, questões que são facilmente compartilháveis. Talvez o blog sofra metamorfoses no futuro e se torne um lugar mais hard, mas por enquanto eu estou testando o colchão.
Além disso há um problema técnico com a máquina chamada corpo que eu sou. Eu escrevo artigos para revistas e jornais (Júnia, que feliz que eu fico que vc me leu na Cult) e quatro livros ao mesmo tempo: dois ensaios e dois romances. Faço um pós-doc, dou no mínimo 10 horas de aula, tenho uma filha, um marido muito inspirado cheio de músicas e poesias para mostrar e, por isso, o blog é só mesmo um lugar de encontro. A minha gratificação é estabelecer com quem lê e com quem conversa a partir deste espaço um elo de bom afeto, de atenção. Eu leio os comentários e gosto de ver que o meu trecho nem sempre é o mais importante nos elos que se desenvolvem ali. O Josadac, por exemplo, é um grande amigo, a Deborah também e outros que já nos deram suas palavras.
Sejamos atentos aos nossos processos, ao que dizemos e poderíamos ter dito, ao que o outro nem sempre conseguiu dizer do melhor modo. Tantas idéias e palavras a compor um processo de democracia com respeito e o maior gesto ético que podemos realmente realizar nesta vida: a atenção.
Obrigada
Márcia Tiburi”
Confesso que não entendi bem a Júnia, mas entendi algo que está a ocorrer no blog: devido ao meu modo de “colocar meus textos” (já que eu aciono o botão do dispositivo blog – e bem sei que pode ser uma bomba em todos os sentidos…), algumas pessoas acabaram por levantar – por oportuna conta própria – o próprio blog enquanto tal como uma questão. Estamos no início de uma reflexão proto-literária que pode nos levar ao significado do blog como uma forma de escrita que se partilha e, como tal, é a própria forma literária da democracia. Mas eu vou mais uma vez encurtar a conversa para me justificar. Sim, justificar.
Em primeiro lugar eu sempre encurto a conversa porque eu mesma não gosto de texto longo em blog. Nunca consigo ler. Tenho a impressão de que um texto curto será menos bobo, mais proveitoso, menos pretensioso. Os temas que eu elejo também seguem o mesmo princípio. Eu converso sobre isso com meus amigos em casa ou ao telefone. São assuntos, notícias, questões que são facilmente compartilháveis. Talvez o blog sofra metamorfoses no futuro e se torne um lugar mais hard, mas por enquanto eu estou testando o colchão.
Além disso há um problema técnico com a máquina chamada corpo que eu sou. Eu escrevo artigos para revistas e jornais (Júnia, que feliz que eu fico que vc me leu na Cult) e quatro livros ao mesmo tempo: dois ensaios e dois romances. Faço um pós-doc, dou no mínimo 10 horas de aula, tenho uma filha, um marido muito inspirado cheio de músicas e poesias para mostrar e, por isso, o blog é só mesmo um lugar de encontro. A minha gratificação é estabelecer com quem lê e com quem conversa a partir deste espaço um elo de bom afeto, de atenção. Eu leio os comentários e gosto de ver que o meu trecho nem sempre é o mais importante nos elos que se desenvolvem ali. O Josadac, por exemplo, é um grande amigo, a Deborah também e outros que já nos deram suas palavras.
Sejamos atentos aos nossos processos, ao que dizemos e poderíamos ter dito, ao que o outro nem sempre conseguiu dizer do melhor modo. Tantas idéias e palavras a compor um processo de democracia com respeito e o maior gesto ético que podemos realmente realizar nesta vida: a atenção.
Obrigada
Márcia Tiburi”

Oi, achei seu blog pelo google está bem interessante gostei desse post. Gostaria de falar sobre o CresceNet. O CresceNet é um provedor de internet discada que remunera seus usuários pelo tempo conectado. Exatamente isso que você leu, estão pagando para você conectar. O provedor paga 20 centavos por hora de conexão discada com ligação local para mais de 2100 cidades do Brasil. O CresceNet tem um acelerador de conexão, que deixa sua conexão até 10 vezes mais rápida. Quem utiliza banda larga pode lucrar também, basta se cadastrar no CresceNet e quando for dormir conectar por discada, é possível pagar a ADSL só com o dinheiro da discada. Nos horários de minuto único o gasto com telefone é mínimo e a remuneração do CresceNet generosa. Se você quiser linkar o Cresce.Net(www.provedorcrescenet.com) no seu blog eu ficaria agradecido, até mais e sucesso. If is possible add the CresceNet(www.provedorcrescenet.com) in your blogroll, I thank. Good bye friend.